Doação de órgãos
Eu comecei com a história de postar comerciais na Irlanda, porque gosto de prestar atenção em propanda e também para mostrar os trabalhos feitos por lá. Continuei com isto aqui em Portugal, mas não me lembro de ter postado nos últimos dois anos nenhum comercial brasileiro (por que não estava no Brasil?). O fato é que nos últimos dias em que estivemos no Brasil vi um comercial que vale a pena mostrar aqui. Impossível não se emocionar:
JORNALISMO, CINEMA, FOTOGRAFIA, QUADRINHOS, VIAGENS, POLÍTICA E UMA BOA CONVERSA FIADA
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Marcadores: Comerciais
Faltando pouco mais de uma semana para as eleições, os adversários vão na jugular uns dos outros. Os caras até investem em anti-jingles, se é que esse nome de peça publicitária existe. O vídeo abaixo é um exemplo claro do que estou dizendo. Por mim essa dona não vencia nem eleição para síndica do meu prédio. Coitado do Suplicy...
Marcadores: Comerciais, Política
Post de utilidade pública
Hoje em dia a gente faz tudo pela internet: transfere dinheiro, compra livros, participa de leilões, conferências e...compra calcinhas! Uma loja disponibilizou modelos que desfilam pela tela do computador. Assim as futuras compradoras podem avaliar o material antes de meter a mão no bolso. Bacana né?
O que seria das mulheres sem nós homens para, completamente livres de segundas intenções, ajudá-las? Confira as modelos abaixo e escolha uma. Calcinha, cuecada...calcinha!
Via Treta
Marcadores: Comerciais, Humor
Guiness para adultos
Este blog não é um blog de conteúdo adulto, mas em geral tem assuntos para adultos. Percebe a sutil diferença? Bom, se você não percebeu veja o vídeo abaixo, que é de um suposto comercial da cerveja irlandesa Guiness. Eu morei na Irlanda durante quase um ano e meio e sei que a marca é super conceituada pela sua publicidade de alto nível. Por este motivo eu duvido que a peça abaixo tenha sido realmente produzida pela empresa que cuida dos comerciais da cerveja. Apesar de que está até bem feito e tem sim uma boa, digamos, piada.
Marcadores: Comerciais, Humor
Comercial Super Bock
Ok, ok... foi a marca de cerveja Super Bock que trouxe o Iron Maiden para tocar em seu festival de verão aqui de Portugal, o Super Bock Super Rock 2008. Mas não é por isso que estou postando o novo comercial da cerveja. É só para comentar que uma edição de vídeo caprichada, com a trilha sonora ideal sempre resultam em bons comerciais. Fórmula para dar certo. Tanto que é um dos comerciais prediletos da Ieda (ai de mim se eu não digo isso!).
Update 12/07/2008 - 13:00
Troquei o vídeo por uma versão completa, já que a primeira que encontrei - depois descobri - era uma mais curta e editada. Esta contém toda a emoção que descobrimos na primeira vez que vimos o comercial.
Ah! Outra informação: acho que pelo menos 80% desse comercial é a sua música. O resto é edição correta de vídeo. O nome da cantora é Brandi Carlile e o nome da música é ¨The Story¨. Uma xeretada rápida no Youtube e descobri que além de americana, parece ter outras canções muito bacanas.
Marcadores: Comerciais
Ainda no clima do Euro
Abaixo está um resumo de alguns dos comerciais da Coca-cola, apresentados nos intervalos dos jogos do Euro. Não é um comercial extraordinário, mas a cada vez que a gente vê que trata-se de uma das peças, é difícil não parar em frente da TV e esperar para ver quem é que o carinha vai abraçar.
Marcadores: Comerciais, Humor
Brasil na TV - Parte IV
Este chega atrasado aqui no blog, pois é um comercial que eu costumava ver com frequência na Irlanda. Faz algum tempo que queria postá-lo, mas não o encontrava. Trata-se de um comercial da Magners, uma marca de cider irlandesa. As ciders (ou cidras) são bastante apreciadas na Irlanda, especialmente entre as mulheres.
A referência ao Brasil neste comercial é musical. Ainda que um pouco alterada a trilha musical é dos Mutantes (A Minha Menina), que tocou em Dublin no ano passado. Para que não reste dúvida, estou postando abaixo do comercial também o clip (?!) com a música original dos Mutantes.
Marcadores: Comerciais
Portugueses felizes
A agência de propaganda McCann teve uma ótima sacada para os novos comerciais de uma bebida chamada Frize (nunca experimentei, mas acho que é um tipo de água gaseificada com sabor). O mote dos caras é o riso, daqueles contagiantes. Mas a idéia não pára por aí.
Com um orçamento de 7 milhões de Euros os caras estão propondo que os portugueses sorriam mais. Não é difícil perceber que a maioria dos portugueses é bastante séria e formal. Mal comparando, é como se nós brasileiros falassemos português de bermuda e chinelo e eles de terno e gravata.
Enfim, o comercial, cujo mote é "Portugueses com frizes são portugueses felizes", realmente transmite essa vontade de rir e já está na tevê, no cinema, outdoors e internet. Para ver o making of da peça, clique aqui (mas não antes de ver o comercial abaixo!).
Em tempo: se você é brasileiro, outra coisa bacana é prestar bastante atenção no texto do comercial. Primeiro porque o narrador fala bem rápido (Ri-te, oh pah!) e depois porque ele usa umas expressões pouco usuais para nós brasileiros. Mas eu ajudo com duas:
Macambúzio: carrancuco, melancólico, sorumbático
Morcão: (que ele pronucia "murcão"): indivíduo molengão, palerma
Marcadores: Comerciais
Eu sempre gostei de comerciais de tevê. Nem sempre pelo poder de convencimento de vender um determinado produto (até porque quando isto acontece acho que a gente nem se dá conta). O que me chama atenção mesmo são as grandes sacadas, textos fenomenais ou fotografia exuberante. É aquela sensação do tipo "por que diabos eu não pensei nisto antes?" que só grandes comerciais sabem produzir na gente.
Os extintos comerciais de cigarros sempre mexeram com a minha curiosidade. A gente perde a noção do tempo. Na minha percepção, parece que eu vi o último comercial de cigarros 20 atrás. Mas a proibição é muito recente: de 2001.
O cigarro é um vício curioso. Acho que todo mundo em uma determinada época da vida
experimenta. A influência vem de todos os cantos. Dos familiares, dos amigos e, antigamente, das propagandas. Eu fui de uma geração que recebeu todas essas influências e o que aconteceu? Virei fumante. Foram dez anos esfumaçados. Parei há quatro porque percebi que o casamento com uma não-fumante seria mais feliz sem o tabaco entre nós.
Eu estou longe de ser daqueles chatos que depois que param de fumar viram ativistas anti-tabaco. Acho que as pessoas têm o direito de fazer o que quiserem de suas vidas. Ninguém em sã consciência fuma desavisado dos riscos do tabaco. Mas eu tenho que admitir que uma vida sem cigarro é muito mais saudável, além de proporcionar outros prazeres. Como o de não viver cheirando a cinzeiro.
Mas falava de comerciais. Eu achava fantástica a cara-de-pau das agências de propaganda, que vendiam um produto tóxico-cancerígeno como a quinta maravilha do mundo. Nos comerciais de cigarro as pessoas praticavam esportes, se aventuravam, eram espertas, inteligentes, descoladas. Enfim, quase não me culpo por ter começado a fumar. Quem não queria ser tudo o que os comerciais mostravam? Além disso havia a aceitação social. Afinal, todos os meus amigos fumavam. Leva um tempo até a gente se dar conta disso.
Outro viés fantástico dos comerciais de cigarro era a roupagem que cada marca recebia. Tecnicamente cigarro é tudo igual. Um fumante sem cigarros irá aceitar qualquer marca que lhe oferecerem. A diferença está na concentração de nicotina de cada um, que vai desde o "light" até o estoura peito. Mas há também (ou havia, não sei como isso ficou depois que os comerciais foram banidos) uma questão de, digamos, estilo.
Cada marca de cigarro tinha a sua própria "personalidade", que tentava transmitir para seu público consumidor. Comecemos pela mais famosa: Marlboro. O sujeito que fumava Marlboro era macho, decidido, independente. Tudo traduzido em comerciais belíssimos com cowboys e cavalos. Venha para o mundo de Marlboro, dizia o slogan. Apesar de ser direcionado para o público masculino, muitas mulheres também eram seduzidas pela marca. Uma beldade sacando um maço de Marlboro da bolsa? Grrrrrr...
Os comerciais do Carlton eram sempre os mais sutis, direcionado a um público mais elitizado. Eu lembro de uma época em que nem os cigarros apareciam. Bastava a trilha sonora e as cores para associar ao produto
O Free já era outra história. Completamente o oposto do mundo dos cowboys machos. Havia sempre um toque de intelectualidade nos comerciais do cigarro Free. Mas nada acadêmico. Era completamente cool. Não foi atoa que virou patrocinador de um dos maiores festivais de jazz do Brasil, o FreeJazz Festival. Além disso, o Free vendia a idéia de um cigarro com baixo teor de nicotina. Cool, inteligente, descolado e com baixo teor. Essa era o Free. E o que os seus consumidores queriam ser.
Comentário de ex-fumante: depois de um tempo, esse cigarro dava um pigarro desgraçado. É triste, mas é preciso separar o glamour da realidade.
Comercial do Free: "Meu, tipo assim: mil coisas!". Papo cabeça, estilinho independente e contestador. Direcionado ao público jovem
A marca que eu fumava era um meio termo entre cigarros light e aqueles fortes. O L&M, da Philip Morris, vendia a idéia da vida na estrada. Os comerciais mostravam músicos de uma banda de rock em um ônibus pela rota 66, nos EUA. E eu que acha que fumava L&M só por causa da caixinha azul bonitinha... Havia ainda uma diferença entre os maços de L&M em formato de box e os normais. Mas isso só quem era usuário da marca vai entender.
Seria possível despender um bom tempo sobre as diferenças entre as marcas. Mas só para terminar, lembro do cigarro que tinha alguns dos comerciais mais bacanas. Pelo menos no quesito trilha sonora. O Hollywood era a dita marca que associava cigarros com esportes. Em geral com surf ou windsurf, snowboard, escaladas etc.
Comercial do Hollywood com cara de anos 80. Trilha sonora de Peter Frampton, edição de clipe de aventura e gente bonita. Parece até abertura da Armação Ilimitada (você precisa ter por volta de 30 aninhos pra ententer ou vá ao google)
O interessante do Hollywood é que na minha opinião ele nunca conseguiu ter muita entrada junto ao público jovem. Ele não era um cigarro barato, ou seja, não atuava na linha do Derby (salvação do fim do mês, já sem grana!) ou Campeão. Tanto em termos de preço quanto de teor de nicotina o Hollywood estava mais para o Marlboro. Mas ninguém teria problemas em sacar um maço de Marlboro na balada. Já um Hollywood...
Na minha opinião, o Hollywood ficou com o estigma do cigarro do paizão. Não por acaso, meu pai fumava Hollywood. Um cigarro para quem gostava de fumar um cigarro forte, com sabor encorpado, que tinha condições de pagar pelo produto, mas que não se importava muito com a marca ou com o status conferido pelas cores impressas no maço.
Outro do Hollywood, provando que aventura fumante pode ser no ar, no mar, na terra ou na neve. Trilha sonora da Tina Turner: sempre sons marcantes
Eu me lembro que a Souza Cruz, detentora da marca Hollywood, lá pelo final da década de 90, havia iniciado um marketing forte para mudar essa imagem, com propagandas mais ousadas e até uma reestilização do logo. Foi quando veio a proibição dos comerciais de cigarro na tevê, que depois se estenderam para outros meios.
Enfim, esse texto não tem nenhum caráter de pesquisa. É só um pouco do que eu lembro dos meus anos de fumante e da minha sempre curiosidade por comerciais.
Marcadores: Comerciais, Pensamentos soltos
O comando é MEO
Marcadores: Comerciais
Can you hear me now?
Já faz um tempinho que pararam de passar esse comercial por aqui. Mas ele continua na minha lista de favoritos. Por que meus comerciais prediletos são sempre sobre cachaça?
Marcadores: Comerciais
Brasil na TV - Parte III
Vez ou outra o Brasil é lembrado em comerciais da TV irlandesa. O último, que ainda está passando por aqui, é o da Carlsberg. A primeira referência é bem rápida, com uma imagem de um segundo e pouco da Baía de Guanabara. Na sequência, três irlandeses entram num pub (!?) brasileiro, onde todo mundo fala inglês. O barman de brasileiro não tem nada. Mas os outros atores, principalmente as mulheres, parecem terem sido selecionados entre brasileiros de verdade. Não só pela aparência, mas também pelo sotaque.
O que segue é um pouco da língua nativa da Irlanda, o Gaélico. Um dos irlandeses, para impressionar a platéia, começa simular um poema em Gaélico. Eu digo simular porque pelo contexto é possível notar que ele está sacaneando, pois ninguém entende bulhufas. Inclusive quem vê o comercial.
Eu fiquei encucado com a propaganda durante uns dias, até que eu perguntei para minha gerente irlandesa (Gaélico é uma matéria que faz parte da grade e é ensinado desde o primário aqui) que diabos o sujeito falava no comercial. Segundo ela, são só frases desconexas, bem básicas. A última palavra, por exemplo, algo como cocamilish quer dizer bolo de aniversário.
Estariam os irlandeses nos sacaneando, já que o brasileiro é mundialmente conhecido pela esperteza?
Bom, agora que eu já contei o comercial todo é só assistir abaixo. E como recordar é viver, outros dois momentos do Brasil na TV aqui e aqui.
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Comercial da Chanel No.5
Ok, vamos deixar uma coisa clara: eu não afrescalhei publicando comercial da Chanel No.5 aqui no blog. Sabe como é, os anos vão passando e a gente vai ficando com o coração mole. Depois do Tchururu tchururu que eu publiquei pra Ieda, ela me fez publicar esse comercial da Chanel, que está passando aqui na Irlanda. Beleza que ela se derrete toda por causa do Rodrigo Santoro, mas também o cidadão agarrou a Nicole Kidman. Fala sério.
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Tchururu tchururu tchururu ruruuuuu...
Este é um dos comerciais prediletos da Ieda. Cada vez que aparece na TV ela pára o que está fazendo e fala "ohhhhh...". Por livre e espontânea pressão estou publicando no Blog. Brincadeira. Eu também gosto. Gosto tanto que achei diferentes versões do comercial. Confiram:
Versão Paquistanesa
Versão Mexicana
Versão Japonesa
Comentário: na minha opinião este é o mais bonitinho. Além disso reparem na diferença da mochila de onde o japonês tira a coca-cola. Tem até gelo!
E...a minha versão predileta
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Este comercial ainda está no ar aqui na Irlanda e é um dos meus favoritos. Bom, pra variar tinha que ser de cerveja. Ele mostra um pouco do jeito irlandês de ser. Principalmente se o problema tem quer resolvido dentro de um Pub!
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Aqui está a sequência de "Memory Hotel". Os caras que bolaram o comercial realmente viajaram na idéia do Brasil. Vejam onde o camarada vai parar desta vez.
Marcadores: Comerciais
As vezes é bastante fashion ser brasileiro. As pessoas por aqui ligam ao Brasil uma porção de coisas bacanas. A Heineken, por exemplo, usou o mote brasileiro na sua nova linha de comerciais, chamada "Memory Hotel". Nela um estrangeiro, em terras brasileiras, tenta puxar da memória situações e pessoas. Tão legal, que valeu uma sequência. Confira a primeira peça do comercial:
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Novo comercial da Coca-Cola
A Coca-Cola encomendou ao guitarrista do White Stripes, Jack White, uma canção para seu novo comercial. Ele rejeitou negociar qualquer uma das músicas de sua banda, mas não viu problema em compor algo inédito para a multinacional. O som ficou muito legal, mas o que chama a atenção mesmo é o resultado visual do trabalho. E que trabalho deve ter dado! Para conferir, clique aqui.
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