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26.3.09

Dispensa título






















Não entendeu? Veja aqui.

Charge: Caco Galhardo
Via Jacaré Banguela

12.3.09

Morte às secretárias eletrônicas

Queria entender a obsessão das pessoas em quererem ser encontradas. Sério. Desde a invenção da secretária eletrônica ninguém tem uma desculpa para não querer falar. Imagine a cena. O cidadão compra um telefone e em pouco tempo conhece mais pessoas com quem não deseja falar do que o contrário. Na sequência instala uma maldita secretária eletrônica. Para quê? Para que as pessoas com quem o sujeito não quer falar tenham o opção de deixar uma mensagem.

- Fulano, eu te liguei a semana toda! Estava doido para falar com você!

- Aham, eu sei...é que eu não parei em casa, entende?

- Ahhhh....mas eu deixei "ene" recados na sua secretária eletrônica!!!

Viu? O cidadão torna-se escravo destas malditas secretárias que nunca dormem, nunca param para o lanche e nem arrumam um marido.

Como a tecnologia também vem acompanhada de uma boa dose de chatice, inventaram o celular. Pronto. Foi o enterro da privacidade. Já viu gente doente por celular? É aquele tipo que não admite ligar para um aparelhinho desses e encontrar uma caixa de mensagens. Ou então aquele xarope insuportável que resolve atender um celular que parece mais uma árvore de natal dentro do cinema.

Daí inventaram o e-mail. O chato, que antes deixava "ene" recados na sua secretária e não parava de ligar no celular também resolve entupir a sua caixa de e-mails. Como não bastasse, ele ainda manda o e-mail com uma droga de pedido de recepção, para certificar-se que você leu a porcaria que ele mandou.

Então você resolve não atender telefone, ignorar as mensagens na secretária eletrônica, remover a bateria do celular e apagar todos os e-mails do pentelho. E como um zumbi eletrônico ele te chama no MSN quando você está trabalhando (mesmo que você coloque um sinal bem grande de OCUPADO).

Um dia eu estava checando meu e-mails quando uma mensagem apareceu do nada no meio da minha tela. Olhei o MSN e estava desligado. Daí eu verifiquei a origem daquela esquisitice e tratava-se de um comunicador dentro da minha caixa de e-mails, que habilita as pessoas a saberem quando eu estou online. Desativei.

Outro dia estou eu bisbilhotando a vida alheia no Orkut e acontece o mesmo: alguém descobre que estou online por causa de outro comunicador que tem agora dentro do Orkut. Desabilitei. O negócio parece um Exu virtual. Quando menos espera desce de algum lugar e te encontra.

Na verdade nós merecemos essa chatice toda porque nós escolhemos nos tornar escravos de coisas que deveriam tornar as nossas vidas mais fáceis. Mas que no final só complicam ainda mais.

22.10.08

Reféns da opinião pública

Eu sei que no Brasil o barco andou e atualmente já nem se fala mais em Lindemberg Alves, o rapaz que sequestrou e matou a ex-namorada, Eloá Pimentel. O assunto agora é a vida pregressa do pai de Eloá. Mesmo assim vou dar mais uma mastigada no episódio por aqui, principalmente porque quero compará-lo com outros dois casos.

O que me preocupa é o fato de que a polícia ficou refém (juro que não é um trocadilho) da opinião pública. Faz um monte de merda as escondidas e, na frente das câmeras, morre de medo de fazer o seu trabalho. Houve muitos erros por parte do GATE, mas para mim o principal deles foi não ter atirado em Lindemberg quando teve chance.

Eu já disse e reitero que não alinho com a opinião de que bandido bom é bandido morto. E o garoto em questão nem bandido era. Mas ficou malucão, pegou em uma arma e estava ameaçando uma inocente. Depois de cinco dias era bastante claro que o cara não estava afim de ceder facilmente. Entre um e outro vai poupar a vida de quem?

Este caso lembrou-me, como disse, duas ocorrências - como se diz no jargão policial. Uma delas é a do ônibus 174 em que a situação era teoricamente mais fácil (não era um crime passional, o sequestrador estava encurralado em um ônibus e tratava-se realmente de um bandido). Naquele dia a refém foi morta e o sequestrador também, mas não por um atirador de elite como deveria ser. Ele foi executado a caminho da delegacia dentro do camburão, longe das câmeras. Um desastre.

O outro caso aconteceu aqui em Lisboa. Em agosto deste ano dois brasileiros tomaram uma agência do Banco Espírito Santo e fizeram reféns. Depois de quase um dia inteiro de negociações atiradores de elite abateram os dois. Um deles morreu. Haviam muitos riscos em termos de opinião pública, já que eram dois imigrante e, soube-se depois, um deles era gente boníssima, trabalhador, honesto etc.

Gente boníssima, mas naquele dia fez uma bela merda e colocou em risco a vida de pessoas inocentes. A polícia abateu os rapazes na frente das câmeras. Fato para ser celebrado? Não!!! Mas foi a atitude mais certa. Os reféns saíram com vida. Esse deve ser o objetivo final da operação. No dia seguinte ninguém questionou a ação da polícia.

Uma situação com reféns deve ser das mais difíceis para policiais de qualquer parte do mundo. Mesmo fazendo a coisa certa, existe sempre uma probabilidade de tudo dar errado e a culpa recairá nas costas das autoridades. Imagine então uma polícia mal treinada, mal equipada e com uma opinião pública hipócrita de qualquer jeito nos seus calcanhares.

Só pode dar no que deu.

2.10.08

Nacionalismo perigoso

Abri o jornal que leio diariamente aqui - o "Público" - e fiquei impressionado com o que eu vi. Um partideco de extrema direita chamado Partido Nacional Renovador (PNR) achou por bem colocar um outdoor em um dos locais mais movimentados de Lisboa com dizeres racistas e xenófobos. Ridículo e perigoso.

Eu já havia comentado que poderia haver algumas situações deste gênero em função do aumento da criminalidade em Lisboa. Um dos fatos marcantes mais recente foi uma tentativa de assalto a uma agência do BES. A imprensa vem tratando o assunto com muita maturidade, mostrando inclusive que a imigração e a criminalidade não estão necessariamente conectadas. Mas sempre há os espíritos de porco, como os caras desse partido.

O Público entrevistou várias pessoas que passavam pelo local e a grande maioria repudiou o cartaz (apenas uma senhora disse ser favorável a um controle mais rigoroso da imigração). É isso que se vê nas ruas. E é o que se viu nas urnas, já que o PNR teve só 0,16% dos votos nas últimas eleições.

Um detalhe curioso é que essa não é a primeira vez que o PNR levanta um outdoor contra a imigração. Em resposta, os caras do Gato Fedorento (sempre eles) também colocaram um outdoor satirizando esta coisa ridículo a perigosa que é o extremo nacionalismo.


1.10.08

Conto Orkutiano

- Alfredo, você viu que a Teresa e o Alberto não estão mais juntos?
- É? Como você sabe? Ela te ligou ou te mandou um e-mail?
- Não!!! Tá aqui no Orcuuuutiiiii dela!
- Hum?
- É...sério. No perfil dela tá "solteira". E tem outra coisa...não tem mais uma foto sequer do Alberto no álbum dela. Eles só podem ter terminado. Gente, que bafão!
- Vai ver que ela só resolveu renovar as fotos e não colocou nenhuma nova, Rose...
- Ah! E você pensa que eu não vi um iscrépi que um bonitão deixou pra Teresa? Daí eu fui na página desse cara, que é lá de Santa Catarina, e achei um testimoniau todo derretido da Teresa pra ele. Tem coisa!!! Tem cheiro de chifre no ar, Alfredo!
- Rose, não dá pra levar essas coisas tão a sério...
- Como não, Alfredo? Deixa eu ver o Orcuuuti do Alberto...Ahhhh!!! Eu sabia! Não tem mais nenhuma foto da Teresa e ele tá numa comunidade chamada "Ex boa é ex morta"! Vai ter morte, Alfredo! Escreve o que eu tô te falando!
- ROSE! Pelo amor de Deus!!! A Teresa e o Alberto são nossos amigos há 15 anos e moram no apartamento da frente!!! Por que diabos você não telefona ou bate na porta e pergunta para ela se está tudo bem???
- O QUÊ? E você acha que eu sou dessas de ficar bisbilhotando a vida alheia???

19.9.08

Sanha buzineira

Cena do cotidiano: uma fila de carros parados no semáforo. Quando a luz verde aparece, antes que o primeiro carro da fila possa esboçar qualquer reação, o segundo já enfia a mão na buzina. Aqui em Lisboa é assim. Antes de pisar no pedal do acelerador, o (a) motorista prefere colocar seu veículo a gritar pelas ruas da capital.

Parece um costume cristalizado e independe da situação. Pode ser desde uma buzinadinha rápida no semáforo, como descrevi acima, a um ataque histérico somente porque alguém demora um pouco mais para estacionar. Já vi gente com a mão colada na buzina porque o colega da frente teve uma pane no carro. Pode?

E eu nem sei de onde vem todo esse stresse, já que Lisboa nem tem um trânsito assim tão caótico. O ideal era neguinho fazer um mês de curso de direção em São Paulo. Nem precisava ser nos horários de pico. Tenho certeza que voltava calminho, calminho para Lisboa.

Na minha opinião passava da hora da Câmara de Lisboa (é como se chama a prefeitura aqui) fazer uma campanha educativa. A poluição sonora, por si só, já é um problemão. Além disso, na minha opinião, da buzina para a violência é só um passo. Um se acha no direito de ter um chilique buzineiro e o outro pode se achar no direito de levantar o dedo do meio. Pronto. Pode estar armado o circo.

Buzina deveria ser usada para um único propósito: emergências (também pode ser usada de forma amigável, mas é pedir demais). Como meu chefe, que é irlandês, comentou dia desses parece que aqui em Lisboa as pessoas se esquecem que existem outras pessoas dentro dos carros. Pensam que estão buzinando para uma simples peça de metal.

13.9.08

Chá gelado de Cannabis

Dia desses estou eu fazendo minha compras em um supermercado daqui de Lisboa quando bato os olhos em uma latinha ilustrada com uma folhinha de formato bastante conhecido. Por pura curiosidade mercadológica (!) resolvo dar uma checada e descubro que estão vendendo por aqui chá gelado de cannabis!!!

Curisoso, né? Como o próprio nome diz (Swiss Cannabis Ice Tea), a bebida é produzida na Suiça e, segundo o fabricante, contém 5% de xarope de flor de cânhamo e uma minúscula (0,0015%) quantidade de THC, o princípio ativo da maconha. A promessa impressa na latinha é clara: ¨Fantastic Natural Feeling¨.

O mais engraçado é que o produto está sendo exportado, além de Portugal, para Áustria, Alemanha e Holanda. Peraí! Holanda? Alguém pode me dizer para quê alguém vai querer um cházinho desses por lá. Só se for dar para o passarinho.

2.9.08

A pior praga da Terra

As vezes sou bem pessimista quanto aos humanos. A destruição parece que está no nosso DNA. Quando não conseguimos acabar com o que está a nossa volta, damos um jeito de acabarmos uns com os outros. O videozinho abaixo ilustra bem o que estou dizendo:



Via Haznos

PS: Esse vídeo me fez lembrar uma conversa entre o agente Smith e Morpheus no primeiro Matrix. O vilão eletrônico, depois de passar uma temporada na Terra, chega a conclusão que, diferente dos outros mamíferos, nós não conseguimos viver em equilíbrio. De acordo com ele, nós somos mais semelhantes a outro tipo de organismo: aos VÍRUS. "Human Being are a disease, a Cancer of this planet", diz o agente em um dos filmes mais bacanas de todos os tempos. Hummm...sabe que talvez você não esteja de todo errado, agente Smith? Veja o diálogo abaixo:

31.7.08

Irresponsabilidade digital

Dia desses eu encontrei o vídeo abaixo em um blog que reúne vídeo-cassetadas e outras baboseiras. O que me chamou a atenção foi o título que o cara que atualiza o blog (que deve ter uns 15 anos) colocou: "Ladrão levando pipoco ao vivo". Dê uma olhada no vídeo aí embaixo. Volto na sequência.



Então. Eu conheço o vídeo porque eu trabalhava na cidade em que o fato ocorreu. E quando ele ocorreu. O garoto baleado no vídeo chamava-se Nilson Pedro da Silva e não era ladrão coisa nenhuma. Ele foi vítima de mais uma operação desastrada da polícia de Rondonópolis, em Mato Grosso. O menino sequer tinha passagem pela polícia.

Em Resumo: o que aconteceu foi que a polícia estava fazendo uma patrulha atrás de uma motocicleta roubada. A guarnição viu os dois rapazes (o que aparece primeiro é o primo de Nilson Pedro, que não tinha carta de condução) perto de uma motocicleta. Assustados, os dois correram para dentro da casa.

Enquanto o primeiro rapaz havia sido dominado, Nilson bateu na porta da casa de sua avó, para que a mesma o deixa-se entrar. Um dos policiais, despreparado para lidar com o desespero do menino, atira acidentalmente e acerta Nilson na barriga (é possível ouvir o primeiro disparo no vídeo). Já com a situação fora de controle, um dos policiais atira na nuca de Nilson Pedro quando, em desespero, ele consegue escapar.

As imagens então são interrompidas e um dos policiais planta uma arma sob o corpo de Nilson Pedro para incriminá-lo (isto não está no vídeo acima, que só recomeça com os policiais carregando o corpo). O oficial que comanda a operação, o tenente Dênis Coutinho teria sido atingido por um dos policiais (ou por ele próprio) também para incriminar o rapaz. Para mais informações clique aqui, aqui, aqui e aqui.

Voltando ao lugar onde encontrei o vídeo. Eu acho até normal a molecada navegando pela internet encontrar um vídeo como este e postá-lo. As pessoas gostam de ver coisas bizarras. Se não gostassem não existiriam programas na tevê com esse tipo de apelo. Na boa.

Como eu trabalhava como jornalista em Rondonópolis na época em que isso aconteceu, coloquei um comentário no blog, dizendo que o menino baleado não era bandido coisa nenhuma.

O que seguiu foi de uma demência sem fim. Tirando uns e outros a maioria achou que a polícia estava certa em atirar! Que se o garoto correu, tinha que morrer mesmo, porque tinha alguma culpa! Isso, incluindo o autor do blog. Tudo bem que não estamos falando de um espaço sério para discussões dessa natureza e nem de pessoas sérias. Mas supostamente já têm alguma idade para acessar internet e pensar (sérias dúvidas quanto ao raciocínio).

A liberdade proporcionada pela postagem anônima e os comentários ídem deixam as pessoas livres para dizerem o que quiserem. E a opinião de muita gente é de que bandido bom é bandido morto. Daí nós entramos em outra questão que é mesma levantada quando os policiais fuzilaram o carro de uma dona de casa no Rio de Janeiro e assassinaram um garoto de três anos de idade.

E se o carro fosse dos bandidos, já rendidos, a polícia deveria descer atirando? Na opinião de muito moleque que acessa internet e possui seu próprio blog para discutir os assuntos, sim.

Isso revela que além de oferecer voz para qualquer cidadão, a internet também oferece oportunidade para irresponsabilidades digitais. Cometidas por dementes digitais.

21.7.08

Para começar bem a semana

Depois de uns posts desacreditados na capacidade humana, com aquela tragédia no Rio de Janeiro e uma senhora que morreu na frente de um monte de palermas nos EUA, resolvi postar algo mais positivo. As fotos abaixo nem são novidade. Já as vi várias vezes em outros sites. Mas eu as recebi por e-mail de um amigo meu, o Murilo, e resolvi publicá-las. As vezes fazer o bem não é tão difícil. Até nas coisas mais simples, como na ajuda que os dois garotos das fotos abaixo deram ao um cão em dificuldades.

15.7.08

Brasileiros em Portugal
Mais numerosos e mais rejeitados


Fernando Moura
Especial para o UOL
Em Lisboa


A comunidade brasileira constituiu-se, pela primeira vez, no ano de 2007, como a maior comunidade estrangeira em Portugal. Coincidências ou não, no mesmo ano, mais do 52% das recusas de entrada de estrangeiros ao país foram registradas a imigrantes brasileiros.

O relatório anual do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ao qual o UOL teve acesso, registrou, no ano passado, a presença de 66.354 brasileiros em Portugal, o que representa 15,2% do total de 435.736 estrangeiros residentes no país.

O Brasil, segundo o relatório, foi "origem de um expressivo fluxo migratório para Portugal" resultante dos "dados relativos às recusas de entrada, afastamentos (nas suas diversas formas), regresso voluntário, contra-ordenações e readmissões. Em termos de nacionalidade dos inquiridos em processos-crime sob investigação, os cidadãos brasileiros ocupam o segundo lugar, a seguir aos portugueses".

Para ler a matéria completa, clique aqui

21.6.08

A Europa fechada

Já faz algum tempo que a Europa vem endurecendo com os imigrantes. Alguns casos isolados como de Espanha e Inglaterra tornaram-se manchetes nos principais jornais do Brasil. Histórias de maus-tratos e intolerância até para com turistas em férias tornaram-se conhecidas.

Quando decidi viajar para Irlanda, fui com todos os documentos necessários, dinheiro, cartão de crédito. Enfim, tudo para que a minha única preocupação fosse meu curso de inglês, arrumar apartamento e o meu trabalho part-time o qual tinha o direito de exercer legalmente em solo irlandês.

Mas o todo o stress, no entanto, nos dias que antecederam à partida foram gerados pelos rumores de que para se despachar um imigrante de volta a seu país de origem bastava que o fiscal de imigração não fosse com a sua cara. E para complicar, estávamos vindo pela Inglaterra, já famosa pelas duras políticas de imigração em função de ameaças terroristas. Brasileiro? Terrorista?

O fato é que o que eram fatos isolados podem se tornar ações de conjunto a partir de 2010. Acontece que o Parlamento Europeu aprovou um novo documento que torna os imigrantes ilegais, aos olhos da justiça, criminosos. Como se a Europa não precisasse de imigrantes - tanto os legais, como os ilegais.

Sou completamente favorável que as pessoas vivam legalmente no país que desejarem, paguem impostos e usufram da rede de proteção social que é tão precária no Brasil. Mas os países receptores, que tantas vezes precisam muito dos imigrantes, precisam oferecer condições para aqueles que querem se legalizar. Não perseguir.

Os motivos para que as pessoas imigrem são muitos, mas em geral isso acontece quando o país de onde a pessoa é oriunda não lhe oferece as condições que ela desejaria para continuar vivendo na sua própria pátria. E não foram poucas as ocasiões em que a Europa deixou de oferecer essas condições. Guerras, doenças, escassez de alimentos e empregos são só algums motivos que me lembro agora. Também não foram poucos os países que receberam (e recebem) esses imigrantes europeus. Entre eles o Brasil.

No blog Sob o Céu de Lisboa (de onde, inclusive, emprestei a ilustração acima) a Lidia Marôpo e a Renata Ramalho têm escrito ótimos artigos a respeito do assunto. Para lê-los clique aqui, aqui, aqui e aqui.

15.5.08

Campanha anti-drogas


Amy Winehouse tem dado dupla contribuição ao mundo. A primeira pela sua música, já que em um mar de mediocridade ela é uma das poucas cantoras que trouxe algo de novo e de qualidade para o mercado fonográfico. A outra contribuição é mostrar para quem queira ver quais são os efeitos da combinação vida desregrada + drogas pesadas. É uma pena que essa mistura já tenha levado muita gente bacana, de Jim Morrison a Raul Seixas. Veja mais da campanha anti-drogas de Amy aqui.